TERAPIAS

 

ASTROLOGIA

A Astrologia utilizada em uma perspectiva psicológica tem como objetivo auxiliar o indivíduo no processo de se tornar consciente de suas dinâmicas psíquicas para então poder assumir uma postura mais responsável e diretiva sobre suas escolhas.

Com base no sistema astrológico ocidental e tradicional, a leitura interpretativa aplicada integra preceitos postulados pela Psicologia Analítica de C. G. Jung, cuja abordagem compreende o ser humano em suas bases coletivas, utilizando-se da leitura de mitos e símbolos universais na compreensão do funcionamento psíquico.

Desta forma, uma configuração astrológica representa uma dinâmica energética. Sua interpretação fornece o conhecimento das tonalidades do funcionamento íntimo de cada um, predisposições de comportamento, bem como as potencialidades, dificuldades, os dons, enfim, consta em si informações simbólicas de como poderá se desenvolver o indivíduo que, em determinado momento e local, recebia uma influência planetária específica.

Dentro desta perspectiva, a alma que se impulsiona para o desenvolvimento é mobilizada em parte pelo que a limita, e em outra pelo que a amplia, e é isso o que a torna única e original.

A ênfase nas facetas da personalidade que dificultam ou bloqueiam a expressão energética, bem como naquelas em que reside a criatividade potencial, permite trazer à luz da consciência algumas pistas a respeito da missão e da porta por onde o processo de transformação de cada um deve ser iniciado.

Para o cálculo da mandala astrológica de nascimento são necessários os seguintes dados: local, data e horário de nascimento.

Os dados fornecidos para a interpretação do mapa astrológico é de responsabilidade do cliente e deve ser o mais preciso possível para tonar a interpretação mais fidedigna. Caso existam dúvidas sobre o horário de nascimento, é possível aplicar técnicas de RETIFICAÇÃO HORÁRIA que podem ser consultadas para verificar a possibilidade ou necessidade de ajustes.

 

O MAPA ASTRAL DE NASCIMENTO é então a base sob a qual o trabalho de aconselhamento astrológico é iniciado, pois é nele que reside a energia potencial de cada um em sua especificidade.

 

PREVISÕES, MAPA ANUAL (REVOLUÇÃO SOLAR)

Após o conhecimento prévio do tema astrológico de nascimento, a leitura interpretativa de técnicas combinadas de previsão astrológica (revolução solar, progressões, trânsitos, lunações , ciclos planetários, entre outros) permite conhecer mais profundamente a propensão energética de momentos específicos da vida, seus ciclos e especificidades, a fim de tornar conscientes as possibilidades e aproveitar melhor o direcionamento energético em diferentes etapas da vida.

O ano astrológico individual é iniciado na data do aniversário, quando o Sol retorna ao grau que estava na ocasião do nascimento.

 

MAPAS DE BEBÊS E CRIANÇAS

Leitura interpretativa voltada para pais ou cuidadores com a intenção de orienta-los ao estímulo do desenvolvimento dos potenciais da criança.

 

SINASTRIAS E MAPAS COMPOSTOS

São mapas de relacionamento através da associação dos mapas individuais. Revelam a qualidade da interação, o que um estimula no outro, afinidades e divergências.

 

ASTROTERAPIA

A Astrologia, enquanto poderosa ferramenta psicodiagnóstica, permite construir junto ao cliente os objetivos para seu processo terapêutico de forma bastante individualizada e objetiva.

A Astroterapia é, pois, a conjugação da Astrologia e de recursos terapêuticos com intuito de trabalhar as questões individuais para por fim de integrá-las ao todo da personalidade e liberar os conflitos em forma de energia criativa.

Como os recursos terapêuticos são os mais diversos, cada astroterapeuta desenvolve um trabalho único, conforme sua formação e conhecimento.
Assim, após a etapa diagnóstica da interpretação do mapa astral de nascimento, etapa esta que pode ser realizada de forma separada e independente, o processo astroterapêutico pode ser iniciado a partir de diferentes métodos que são utilizados como forma de trabalhar as questões elucidadas com intuito de proporcionar a harmonização do indivíduo.

Meu trabalho tem sido ancorado sob as seguintes bases:

A Terapia Floral (Sistema Floral de Saint Germain), que trabalha o campo energético sutil do indivíduo, harmonizando-o e sustentando o processo terapêutico junto à consciência;

Técnicas da Medicina Tradicional Chinesa: auriculoterapia (ou acupuntura auricular), que utiliza o pavilhão auricular como um microssistema;  acupuntura sistêmica, que tem como base a estimulação de pontos situados nos meridianos energéticos dispostos ao longo do corpo; Chi Kung (ou Qigong), que é uma prática de origem chinesa que consiste na manipulação consciente da energia vital a partir de exercícios combinados de respiração, posturas dinâmicas e mentalização diretiva.

Utilização de recursos artísticos e expressivos diversos, como a pintura, a modelagem, a colagem, entre outros, a fim de subsidiar o indivíduo na expressão de seu campo emocional e estimular nele diferentes formas de perceber seu fenômeno psíquico.

Liz Tessmer


ARTE-TERAPIA

A arteterapia é um procedimento terapêutico que funciona como um recurso que busca interligar os universos internos e externos; o mundo consciente e inconsciente,  de cada indivíduo, por meio da sua simbologia. É uma arte livre, conectada a um processo terapêutico, e espontâneo, transformando-se numa técnica especial, e não meramente um processo artístico. É uma ferramenta que utiliza a arte como veículo de comunicação entre o profissional e o paciente, buscando uma produção artística a favor da saúde e uma nova configuração de vida mais satisfatória.

Embora seja uma atividade milenar, a arteterapia iniciou suas técnicas terapêuticas solidamente no início do século XIX, pelo médico alemão Johann Reil. Ele cunhou um procedimento terapêutico, com finalidade psiquiátrica, onde se utilizou de formas artísticas, como desenhos, sons e textos. Posteriormente, estudos mais profundos encontraram conexões entre a arte e a psiquiatria. O célebre Jung também passou a trabalhar com a arte, como uma forma de atividade criativa que poderia expressar a personalidade do indivíduo. No Brasil, o psiquiatra Ulysses Pernambucano, e Nise da Silveira, no início do século XX, desenvolveu trabalhos que estimulavam a expressão artística dos pacientes. Hoje, a arteterapia se desenvolveu bastante, estando introduzida em diversos campos e com diversas abordagens psicológicas, como a Gestalt-terapia, Psicologia Analítica Junguiana, dentre outros.

De acordo com a abordagem tomada pelo Arteterapeuta, os conceitos usados por ele podem se diferenciar bastante. Na psicologia analítica de Jung, por exemplo, a arte tem o objetivo criativo, fazendo com que a psique do indivíduo possa ser expressa através de imagens ou de símbolos, colocando ali seus sentimentos mais intensos e profundos. De acordo com esse entendimento, deve-se também analisar os sonhos do indivíduo pois, para Jung, esses também são formas de criações artísticas, porém inconscientes, que o arteterapeuta pode tentar buscar um significado. E através do Processo Artístico e terapêutico o paciente expressa de forma espontânea o seu próprio Mito Pessoal, com a inclusão de Símbolos, Arquétipos e Inconsciente Coletivo.

Partindo do princípio de que é muito difícil que um paciente consiga falar sobre alguns de seus conflitos pessoais ou traumas, a arteterapia se utiliza desses recursos artísticos para que essas expressões não-verbais possam ser delineadas e analisadas, sempre buscando obter uma maior compreensão do indivíduo, afim de encontrar uma espécie de libertação emocional, em que o indivíduo possa manifestar seus sentimentos de dor, sofrimento psíquico, em uma plataforma mais evasiva. O procedimento criativo envolvido na atividade artística pode ser terapêutico e enormemente enriquecedor sobre a qualidade de vida e as novas possibilidades de mudanças na vida dos pacientes. Por intermédio da expressão artística, do pensar e refletir sobre os conteúdos resultantes, estes podem revelar características ocultas, consideradas na Sombra, e assim possibilitar um melhor conhecimento de si mesmas. O processo artístico também é um suporte no sentido de auxiliar no tratamento de sintomas de stress, ansiedade, fobias e experiências traumáticas, tanto quanto beneficia uma melhora dos recursos cognitivos (memória, atenção, foco, aprendizagem), além de poder beneficiar também com suas propriedades revitalizantes, que ocorre durante a produção artística. Uma obra de arte pode, por si só, imprimir emoções como alegria, desespero e dor, de uma forma completamente particular, relacionada ao estado mental em que se encontra aquele indivíduo; ajudando-o a ter um desenvolvimento e auto-conhecimento profundo de seu ser e objetivos de vida. A procura da Arteterapia é uma forma simples para resolução de conflitos pessoais, é a possibilidade da catarse emocional  e liberação de conteúdos psíquicos inconscientes, que liberam um quantum de energia para uma melhora da saúde mental e configuração de vida como um todo.

Janaina Leopardi da Rosa


 

PSICOTERAPIAS

 

GESTALT TERAPIA

Gestalt é uma palavra alemã e podemos traduzi-la como uma forma, uma configuração do organismo como um todo.

 Concepção de que o homem é um organismo unificado, e que a natureza humana, é organizada em partes e interligadas como um todo. Diferencia-se das escolas tradicionais de psicoterapia e psiquiatria que possuem um enfoque sob uma perspectiva/paradigma que compreende a cisão: corpo/mente, presos aos conceitos de causalidade (causa-efeito), que tratam de uma doença funcional, considerando um distúrbio físico causado por um fato psíquico.

A Gestalt-terapia é determinada por um conceito holístico de campo unificado, visão filosófica de homem global; cujas ações físicas e mentais estão entrelaçadas. As atividades físicas e mentais são da mesma ordem e são manifestadas em sua singularidade; a saúde está no “todo” e não em “partes fragmentadas”.

Em Gestalt-terapia há três níveis: do pensar, do fazer, e de um estágio intermediário de “fazer de conta”. A partir destes três níveis de experiência, do imaginar, representar e fazer, concebe-se um maior entendimento do si mesmo. A psicoterapia revela o que precisa ser “desnudado”, foca o sentido de viver no presente; estar sendo; e não atua sob uma perspectiva de resgatar o passado.  O aqui-e-agora fornece ao paciente a integração de seus pensamentos, sentimentos e ações.

No processo terapêutico há um reconhecendo que se é um todo, num sentido humano de totalidade. No contato terapêutico se reconhece uma hierarquia de necessidades, e    é possível identificá-las.  Neste fluxo, existem figuras que vão se delineando e tornando-se claras, que permite ao paciente estabelecer um contato mais saudável com o meio ambiente; como também descobrir possibilidades novas para agir neste. Nesta descoberta, de um universo interior,  individual e singular, há a auto-conscientização dos seus próprios processos homeostáticos, e se torna possível a busca de equilíbrio.

Para a Gestalt-terapia o ser humano é visto como uma totalidade, com fluxo contínuo de figura/fundo, que estabelece o “contato” segundo uma configuração específica. Com o Auto-conhecimento do funcionamento deste fluxo , o ser humano se torna mais saudável, mais autônomo. Pois seguirá verdadeiramente seu próprio fluxo, suas próprias necessidades, podendo diferenciar as necessidades externas( do meio); como também aprende-se a respeitar seus próprios limites, e conhecer o funcionamento de suas fronteiras de contato. E com a observação e possível mudança de configuração nestas fronteiras de contato, no momento que se é, na experiência; há uma maior consciência de si e do outro.  No processo da experiência, o organismo toma consciência de si mesmo (Awareness), e consegue perceber novas possibilidades, perspectiva de futuro; abandona-se o velho e vive-se o novo. Durante este processo é papel do terapeuta proporcionar suporte, com o objetivo de ajudar o paciente a resgatar seu auto-suporte; para assim, poder enfrentar de modo mais maduro situações inacabadas,que são seus processos neuróticos. A partir da experiência, no ambiente terapêutico protegido, é possível viver de forma criativa, possibilitar ao organismo um “ajustamento criativo” – que resulta em uma gama de novas possibilidades, incluindo padrões novos de comportamentos que compreendam o fechamento à situações inacabadas – dizemos ao paciente: dar um bom fechamento a uma “Gestalt”.

Na prática clínica novas configurações vão sendo formadas; e da relação terapêutica se nutre novas perspectivas de futuro, se enxerga uma nova visão de si mesmo e do mundo, se busca um novo jeito de ser, de agir, etc.

No momento presente, no aqui-e-agora o terapeuta estabelece contato com o cliente, e a partir deste vínculo constrói uma relação de trocas e descobertas.

Nos casos em que o cliente não se sente como uma pessoa total, algo lhe falta, vive como que obscurecido por conflitos pessoais, por emoções sem significados aparentes; situações inacabadas prendem-no ao passado; vive a sensação de vazio existencial; o processo terapêutico e amparo podem impulsioná-lo a uma resolução desta crise.

Acredito enfim, que a Gestalt-terapia associada com a Arte-terapia, é uma ferramenta eficaz para a construção de uma relação terapêutica empática, em que a partir do processo terapêutico, passo-a-passo, de uma relação humanizada, constrói-se um projeto de vida mais saudável e feliz.

Segundo esta ótica, o cliente encontra o suporte no terapeuta e no Espaço terapêutico, para que assim possa acessar seus conflitos existenciais, com uma prática clínica que abrange a dimensão verbal e não-verbal. A eficácia no processo terapêutico é desta consciência, desta nova possibilidade de estabelecer contato, da integração de partes dissociadas do “self”, permitindo que o ego possa vir-a-ser mais flexível; mais funcional; e que como resultado traga ao cliente uma melhor qualidade de vida, um novo modo de agir e de estabelecer contatos mais saudáveis no mundo.     Janaina Leopardi da Rosa


PSICOLOGIA ANALÍTICA JUNGUIANA 

Diferenças entre Freud e Jung

Para abordar esse tema, é preciso primeiro conhecer alguns dos principais tópicos da teoria de Carl Gustav Jung e também um pouco de sua trajetória. Jung atuava na psiquiatria quando conheceu o trabalho de Freud que, na época, já se coadunava com seu pensamento e passou a contribuir muito para o atendimento de seus pacientes.

Assim começou a união entre esses dois pensadores, o que colaborou muito para o crescimento pessoal e profissional de ambos, possibilitando o surgimento e desenvolvimento de duas grandes teorias da psicologia, um legado muito valioso nos consultórios, entre outras áreas, até os dias de hoje.

Duas teorias foram citadas porque eles não permaneceram unidos por muito tempo. Isso porque após divergências em seus pensamentos, foi necessário que cada um seguisse e desenvolvesse seu próprio caminho. Dessa maneira, Freud continuou enriquecendo sua psicanálise e Jung criou sua psicologia analítica, estudando em paralelo temas como mitologia, cultura e literatura, religião e alquimia e os utilizando em sua teoria, interessado em saber os efeitos psíquicos desses temas nos homens e em fazer analogia com o funcionamento da psique. Hoje elas são consideradas duas abordagens diferentes dentro da psicologia, mas é importante saber que a psicologia analítica possui muitos fundamentos da psicanálise, pois tem esta em sua base. A análise junguiana está então, dentro da corrente psicanalítica, porque trabalha com o inconsciente.

Ambas consideram de suma importância para o trabalho analítico a análise do inconsciente (inclusive no trabalho com sonhos) e utilizam o discurso verbal como ferramenta. Porém, a psicanálise faz uso da associação livre, que consiste em deixar o paciente falar livremente o que lhe vem à cabeça, para que tudo seja objeto de análise.

E a postura do analista seria a de um observador e ouvinte que analisa tudo que o paciente traz, colocando-se atrás do mesmo para não interferir em seu processo e deixá-lo o mais a vontade possível. Pelo menos foi essa a postura que Freud passou na época, com o uso do divã.

Na psicologia analítica o psicólogo deixa o paciente livremente, mas não tanto assim, fazendo intervenções quando necessário e conduzindo ou orientando o discurso, não de maneira a influenciar, mas de modo a manter o indivíduo em seu discurso, não permitindo que ele perca o foco e vá para caminhos que, muitas vezes, podem ser distrações a serviço da resistência e de mecanismos de defesa. A postura do analista nesse caso já é diferente, pois ele se coloca como uma outra personalidade a frente do paciente, mostrando-se como uma outra pessoa passando pelos mesmos processos que o outro, apenas mais analisado e treinado para que possa ajudá-lo. Com isso, Jung defendia que a personalidade do analista está envolvida e também era um dos fatores que determinava aquela relação e aquele processo. Defendia ainda, que ambos estavam numa jornada, aprendendo, se descobrindo e se influenciando mutuamente, em busca de seus inconscientes.

Jung compartilhava com Freud a questão da transferência, porém, colocou uma diferença. Jung acrescentou que o analista deve ter conhecimento da transferência que está acontecendo ali, mas que não deve fazer uso dela. Deve, portanto, ter cuidado diante disso, pois o paciente fica muito frágil e suscetível diante do analista, assim como qualquer pessoa transferida por outra.

A psicologia analítica utiliza também outras ferramentas além do discurso verbal. Elas podem ser expressões artísticas de todos os tipos, como desenhos, pinturas e argila, por exemplo. Também a amplificação, que possibilita a associação de mitologia e contos de fadas ao discurso do paciente, seja ele o relato de um sonho, fantasia, ou até mesmo de alguma situação de vida. Há ainda a imaginação ativa, que já existia entre os alquimistas, e que consiste em uma interação com os conteúdos do inconsciente através de sua personificação. Ou seja, seria imaginar livremente (utilizando a intuição e o sentimento, e não a razão) tais conteúdos específicos em questão e também seu relacionamento com eles vivos. Outra técnica utilizada é a caixa de areia, onde o sujeito pode manusear a areia seca ou molhada e acrescentar miniaturas, criando cenários em um ambiente ao mesmo tempo livre e protegido, tanto pela relação terapêutica quanto pela própria caixa. Todas essas técnicas proporcionam o diálogo entre consciente e inconsciente, ativando o desenvolvimento da personalidade.

Dois fatores foram decisivos na cisão do relacionamento entre Jung e Freud, suas discordâncias a respeito da natureza do inconsciente e sobre a libido. Para Freud o inconsciente é visto como o repositório de memórias e pulsões negadas e/ou reprimidas da consciência desde o nascimento até a morte da pessoa, cujos conteúdos são oriundos principalmente da infância e lutam sempre para vir à consciência. Sua manifestação trazia à tona o que a censura permitia passar pelos mecanismos de defesa. Nos sonhos, as imagens oníricas vinham o mais disfarçadamente possível, para que pudesse passar pela censura, e possuíam o objetivo de realização de desejos reprimidos ou vinham simplesmente porque eventos da vida ou conflitos interiores surgiam incomodando a consciência, fazendo com que tais conteúdos se manifestassem através dos sonhos.

Jung partilhava dessa opinião, mas acrescentou que, além disso, o inconsciente possuía outro aspecto além do pessoal, que seria sua parte coletiva, onde estariam presentes os arquétipos, que são imagens primordiais herdadas por todos devido ao fato de tais situações terem se repetido tantas vezes nas psiques na história da humanidade. Para Jung as imagens dos sonhos e das fantasias não vêm daquela forma difícil de ser entendida porque a censura atua para que o sujeito não se depare com o material recalcado, mas sim porque é próprio do inconsciente se comunicar de forma simbólica (e o próprio conceito de símbolo diz que nunca poderemos esgotá-lo totalmente, ficando um aspecto seu sempre inconsciente), ou seja, não porque vem disfarçado, mas sim porque o inconsciente só sabe se manifestar dessa maneira, não possuindo uma linguagem mais semelhante a que temos na consciência. Por isso é importante saber as associações do paciente, pois se o inconsciente dele usou tais imagens, é importante ver a relação que ele tem com elas. O objetivo do inconsciente é passar uma mensagem, ser reconhecido e integrado, compensar a atitude da consciência e proporcionar maior plenitude ao homem, e só não faz isso de forma mais clara porque não possui as ferramentas necessárias, fazendo então à sua maneira, mas isso não significa que ele tenta dificultar disfarçando, para proteger a consciência.

Para Freud a libido era considerada uma energia psíquica que direciona o sujeito na busca de prazer e estava relacionada aos fenômenos psicossexuais, mudando de objeto à medida em que o homem ia amadurecendo, como nas fases de seu desenvolvimento (oral, anal e fálica), sempre buscando a maturação sexual, caracterizada por um forte Eu e a capacidade de retardar o desejo por recompensas. Jung defendia que a libido não tinha somente a natureza sexual, mas tinha um sentido mais amplo, se manifestando por qualquer necessidade do indivíduo, à medida e no momento que ela fossem surgindo, como a fome, a sede, a sexualidade, a intelectualização etc.

Freud acreditava que não era possível uma cura completa, mas que a análise poderia ajudar a pessoa a abrandar as dificuldades inerentes à condição humana e, principalmente, entender e transformar os traumas infantis, deixando de ficar presa a eles de forma neurótica, mas encarando-os de forma mais saudável, mudando para objetos e objetivos mais saudáveis. Para Jung o objetivo da análise era a individuação, um caminho que cada um percorre de forma única e individual na direção de sua unidade interna através de forças interiores que sempre objetivam levar os indivíduos ao centro de seu interior, o Self.

Janaina Leopardi da Rosa


PSICOTERAPIA DE ORIENTAÇÃO PSICANALÍTICA

Com a psicanálise, sabemos que é no campo do Outro que o sujeito pode formular, de início, a questão da sua existência. Ele pode “se inventar” a partir de significantes que lhe foram ofertados. Todavia, é sob a forma de um discurso particular, que esta questão se apresenta, ali onde se faz possível sair da posição de alvo dos caprichos do Outro e assumir uma condição desejante, tributária de uma reinvenção. O sujeito, ao longo da vida, se reinventa diante de momentos de transição, em que o saber anteriormente adquirido não é suficiente para lidar com novas situações. É deste reinventar que o sujeito ao fazer psicoterapia, encontra o desconhecido de si mesmo. São situações novas, singulares, conflituosas e imprevisíveis, mas que proporcionará, um novo espaço em sua vida, fazendo com que aos poucos o seu desejo retorne do que seja reprimido minimizando seu sofrimento psíquico, oferecendo melhor qualidade de vida e conforto. O que faz com que muitas doenças físicas se curem, pois os remédios curam sim, porém, uma mente tratada com cuidados profissionais equivalem a muitos anos de investimentos farmacêuticos. Pense nisso!!! Seja Bem Vindo(a)!

Magda Cruz



GINETERAPIA

Gineterapia é a soma de dos vocábulos gregos, gyne: mulher e therapheia: cuidar, tratar de. É uma “Arte de Cuidar da Mulher e de Cuidar da Vida da forma em que a Mulher cuida”. É um sistema de práticas e saberes formatados como Curso de Pós-graduação com abordagem Transdisciplinar Holística, que tem como proposta propiciar um caminho de encontros com a sabedoria das mulheres.Medicina da terra, ginecologia natural, o conhecimento mágico das antigas Curandeiras Ancestrais, a Danças Femininas, rodas e círculos de Mulheres, oráculos terapias vibracionais e mitologia são algumas das ferramentas utilizadas por esses profissionais.


NATUROLOGIA


PARAPSICOLOGIA CLÍNICA

O parapsicólogo clínico dedica-se à atividade terapêutica, inclusive orientação e aconselhamento, às pessoas que tenham interesses na vivência, ou passem por algum tipo de dificuldade, com os fenômenos e experiências inexplicáveis mencionados acima.

Para isso, o parapsicólogo auxilia o consulente a compreender o que se passa consigo, encontrar os fatores que predispõem ou produzem estas ocorrências, entender o significado daquilo que experimenta e adotar medidas para abordar estes fenômenos visando o reestabelecimento de um equilíbrio maior.
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Entre as ferramentas mais utilizadas pelos parapsicólogos clínicos incluem-se o relaxamento e a hipnose, através dos quais o consulente chega a estados modificados de consciência, nos quais pode entrar em contato com conteúdos subconscientes os quais o ajudam a compreender-se. Por isso, a hipnose ajuda também em outros tipos de sofrimento que não necessariamente estejam relacionados com experiências paranormais, por exemplo, insônia, ansiedade, tristeza ou as dificuldades que todos temos para lidar com os desafios da vida. Compete, claro, ao parapsicólogo, ter competência não apenas para levar o consulente ao estado hipnótico, mas também ajudá-lo a compreender e fortalecer-se a partir dos conteúdos vivenciados.

Leia mais sobre a Parapsicologia Clínica neste link.

Flávio Amaral (website)



Geobiologia Andina 

Sua casa fica sobre um lençol de água subterrânea? Recebe influências de radiações de campos eléctricos e eletromagnéticos e emissões de ondas nocivas? Você
dorme sobre linhas geopáticas e cruzamento de rede Hartmann? Permanece por longos períodos em áreas com energias telúricas ou zonas de nocividade?

Muitos problemas de saúde, tanto nas manifestações físicas, quanto emocionais e até mesmo espirituais podem ter como origem a NOSSA CASA ou LOCAL DE TRABALHO! Essas interrogações e outras mais devem ser feitas quando sentimos mal estar, fadiga, dores pelo corpo, problemas na coluna, hipertensão, stress , ansiedade, depressão, cefaléias, reumatismo, insónia, disturbios circulatórios, desânimo, impotência sexual e frigidez, asma, bronquite, leucemia, câncer, e desequilíbrios em geral.

A GEOBIOLOGIA é uma ciência que estuda a relação entre a terra e os seres que nela habitam, assim como as contaminações eléctricas, electromagnéticas, efeitos de radioactividade, radiações procedentes do subsolo, do ar,tv ,antenas de celular ,etc objectos e ondas de forma geradas pelas formas geométricas bidimensionais, tridimensionais que nos rodeiam assim como a disposição de tudo isso à nossa volta.

Edina Córdova
Maiores Informações  (48) 9 9699-5383

 


REIKI

Reiki é uma técnica japonesa para redução do estresse e relaxamento que promove a cura. É transmitido através da “imposição de mãos” e baseia-se na ideia de que uma “energia vital” invisível flui através de nós e é o que nos faz estarmos vivos. Se o nível de “energia vital” está baixo, ficamos mais propensos às doenças ou mais estressados. Se estiver alta, somos mais capazes de nos sentirmos felizes e saudáveis. 

 


RECONEXÃO AXIAL

Método terapêutico de alinhamento energético com a essência superior, transformando todo tipo de programação energética que não vibre na luz e no amor.
É um método de Resgate de Alma e Integração do Ser, trazendo como resultado a cura física, emocional e espiritual, promovendo uma recuperação da harmonia e um resgate profundo no Sentido da Vida.
Método terapêutico de alinhamento energético com a essência superior. Este método utiliza chaves (símbolos) ou mandalas que aplicados de modo sequencial vão abrindo as linhas axiais em sentido ascendente (reconexão energética com o Ser Superior), ocorrendo uma sintonização com os chakras, meridianos, e com seu DNA espiritual original. Dessa forma, resulta em uma limpeza profunda de memórias negativas, cargas densas e Cármicas, e de todo tipo de programação e interferência energética que não vibre na luz e no amor. É um método de Resgate de Alma e Integração do
Ser, trazendo como resultado a cura quântica: física, emocional e espiritual.
Recuperação da harmonia e Resgate de um Sentido da Vida, Reconexão com o Self – Alma.

Janaina Leopardi da Rosa


RENASCIMENTO

A base do Renascimento é a respiração conectada, consciente e relaxada. Isso significa que durante a prática respira-se relaxadamente – pelo nariz ou pela boca – e sem intervalos entre a inspiração e expiração. O propósito do trabalho é promover a oportunidade de reaprender a respirar através da própria respiração, tornando-a cada vez mais plena, fluida e relaxada. Durante este processo de aprendizagem, diversos padrões são evidenciados e desconstruído, memórias são revistadas, emoções são despertadas e qualquer coisa que tenha sido reprimida em algum momento pode vir à tona criando uma oportunidade para a integração. É uma grande faxina interna, pois reaprender a respirar é reaprender a ser e estar no mundo. 

Aline Charane


TERAPIA FLORAL

O objetivo da terapia floral é equilibrar as emoções, ajudando no nosso controle sobre elas. A terapia ocorre com essências florais, que são medicamentos alternativos aos métodos tradicionais. Por serem 100% naturais, não há restrições de uso.

A terapia com florais atua sobre o emocional e o espírito da pessoa, e não sobre a doença em si. Grandes terapeutas renomados adotam e recomendam o uso das essências florais, pois enxergam e reconhecem os seus benefícios. “Os florais clareiam os nossos pensamentos, revigoram as emoções e nos fortalecem espiritualmente”.

Dr Bach, médico renomado e mundialmente conhecido pelas suas essências florais, acreditava que muitas doenças surgiam a partir de desajustes emocionais. Com a personalidade afetada, as pessoas ficam mais propícias a contrair doenças e, para curá-las, é imprescindível restaurar o equilíbrio espiritual.

Quando começar a terapia floral

O método é muito utilizado para pessoas que já estão doentes. Desta forma, a terapia floral age como um método paralelo que otimiza a cura, uma vez que qualquer doença abala o emocional da pessoa. Porém, a terapia com florais não é recomendada apenas para pessoas que já estão doentes.

A terapia é indicada para qualquer indivíduo que se sinta carregado de energias negativas, ou que esteja com baixo astral e desânimo, precisando atrair energias positivas. É muito interessante iniciar uma terapia floral no inicio do ano para renovar energias e começar o ano com o pé direito!

Para verificar a eficiência da terapia floral, tenha em mente as quatro etapas percorridas durante o tratamento. São os quatro “R” da cura:

1. Relaxamento: sensação imediata de bem-estar;

2. Reconhecimento: a essência começa a agir sobre a mente, elevando os pensamentos;

3. Resistência: é a etapa para aqueles que estão em uma terapia mais extensa. A fase é marcada por uma vontade de desistir e pessimismo, mas é apenas uma fase, portanto, não desista!

4. Renovação: a esperança e a positividade são restauradas e a sua fé, fortalecida.


TERAPIA MENSTRUAL

É um sistema de terapia que se utiliza de uma série de conhecimentos e técnicas femininas ancestrais para cura física, mental, emocional e energética da mulher.

Estas técnicas foram coletadas, re-criadas e compiladas por Zulma Moreyra, mulher Argentina de imensa sensibilidade e sabedoria, para serem usadas como processo terapêutico de resgate e empoderamento feminino.

Muitas vezes, certas doenças ou estados emocionais refletem o que chamamos de ” feridas portais” dentro das etapas (infância, menarca, adolescência, etc).  A Terapia Menstrual busca orientar as mulheres em um contato mais profundo e íntimo com seu ciclo menstrual e mais consciente com seu sangue, restaurando a importância dos ritos de passagem para conectar um estágio da vida no outro, o que lhe permite capitalizar as suas energias, restaurar a autonomia do seu corpo; aumentar a auto-estima, ter confiança nos outros e confiança em si mesma, ver e carinhosamente curar as mágoas do passado ou seu próprio sistema familiar.

As aventuras maravilhosas de lua-lua do óvulo mostra-nos como um espelho, as sombras (feridas portais) da vida de uma mulher. Nosso sangue menstrual guarda toda a informação genética de nossa linhagem, recuperar seus usos e conhecimento é recuperar nossa medicina natural, é curar-se.

Mulheres que podem se beneficiar da terapia menstrual:

– querem parar de tomar anti-concepcional,

– estão tentando engravidar;

– condições como  endometriose, ovário policístico

– ciclos irregulares ou amenorréia

– mulheres que estão no climatério ou menopausa

enfim, qualquer MULHER…

que queira se reconectar com sua ciclicidade,  adentrar nos abismos de si própria e recolher os fragmentos  para re-significar sua vida e deixar fluir,

Ofereço minha companhia nesta jornada!

Abraços carinhosos, Julia Laitano Coelho


DRENAGEM LINFÁTICA

A drenagem linfática é uma técnica de massagem que trabalha o sistema linfático, estimulando-o a trabalhar de forma rápida, movimentando a linfa até os gânglios linfáticos. Essa técnica foi desenvolvida em 1932 pelo terapeuta dinamarquês Vodder e sua esposa e, posteriormente, foi aprimorada, tornando-se popular.

A linfa é o líquido existente nos vasos dos gânglios linfáticos. É caracterizada por sua viscosidade, ausência de cor, por conter substâncias orgânicas e inorgânicas, resíduos e toxinas.

A principal função da drenagem linfática é acelerar o processo de retirada dos líquidos acumulados entre as células, e os resíduos metabólicos; encaminhando-os aos vasos capilares e, por meio de movimentos específicos, direcionando para que sejam eliminados. Essa técnica também estimula a regeneração dos tecidos, melhora o sistema imunitário, é relaxante e tranquilizante, combate a celulite e a gordura localizada e ainda melhora a ação anti-inflamatória do organismo.

De forma manual a drenagem é feita a partir de movimentos deslizantes de bombeados, acompanhando o ritmo do sistema linfático. é totalmente relaxante e terapêutico.

É importante saber que essa técnica é contraindicada para pessoas com infecções agudas, insuficiência cardíaca, trombose, hipertensão, câncer, asma brônquica e bronquite asmática.


VENTOSAS e LIPOESCULTURA MANUAL

Terapia Estética que auxilia e elimina a desinflamação nos acúmulos de gordura, diretamente trabalha na região da epiderme, fazendo assim o tratamento de escoação dos fibroedemasgelóides (celulites). É feita de forma harmoniosa regenerando os tecidos da pele.

Lipoescultura manual : São movimentos manuais específicos para a modelagem das silhuetas do corpo da mulher realçando assim as belezas já existentes em cada uma de nós.

Moua Goulart


MASSAGEM AYURVÉDICA

Alguns efeitos da Massagem Ayurveda:
-Equilíbrio da constituição psico-fisiológica (doshas)
-Harmonização do sistema de circulação sanguínea e linfática
-Ativação da digestão, assimilação e eliminação
-Desintoxicação geral limpeza energética
-Desenvolvimento da flexibilidade Fortalecimento da musculatura
-Alinhamento da coluna vertebral Fortalecimento das articulações
-Equilíbrio do sistema nervoso
-Equilíbrio no funcionamento de todos os órgãos e glândulas Maior resistência imunológica
-Dissolução das couraças através da aromaterapia que são óleos essenciais puros
-Abertura progressiva dos chacras principais e secundários
-Elevação progressiva da kundalini e ativação do processo espiritual
Com a continuidade, a massagem promove a cura do estresse, depressão, ansiedade, falta de concentração e insônia. Rejuvenesce, fortalece a saúde e dá uma sensação de alegria, tranquilidade, bem estar e paz, oferecendo um novo impulso para a nossa caminhada. É recomendada como terapia complementar a tratamentos de saúde e beleza, psicoterapia e nos processos de iniciação espiritual.

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Abhyanga

Abhyanga é um termo sâncrito para designar um tipo de massagem muito utilizada na medicina ayurvédica.

A palavra abhyanga deriva de abhyaGga, que quer dizer friccionar com substância untosa, e isso diz muito sobre esta técnica.

A massagem abhyanga é realizada com óleos vegetais, aos quais podem ou não ser adicionadas ervas medicinais.

O tipo e a quantidade de óleo e as sequencias de manobras dependem da constituição do paciente (vata, pitta ou kapha) e/ou do tipo de distúrbio identificado. Todo o corpo é trabalhado: dos pés à cabeça.

Em geral, para paciente do tipo vata ou com desequilibrio deste dosha utiliza-se óleo de gergelim e manobras mais suaves e lentas, que venham promover aquecimento e acolhimento.

Para o tipo kapha ou paciente com desequilíbrio do dosha kapha, o mais adequado é o óleo de mostarda, em pequena quantidade, e manobras mais vigorosas, que mobilizem os tecidos mais profundos, e que também promovam aquecimento.

Já para o tipo pitta, em geral procura-se promover tranquilidade com massagens mais refrescantes, e por isso utiliza-se óleo de girassol ou coco.

O abhyanga é, sem dúvida alguma, o procedimento mais difundido no ayurveda, talvez porque sejam poucos os tratamentos que não incluam este tipo de massagem. Ela é fundamental no processo de purificação chamando “panchakarma”, pois é utilizada para mobilizar as toxinas a serem eliminadas do organismo. Talvez por isso muitos chamem o abhyanaga simplesmente de “massagem ayuvédica”. Mas este é um termo muito genérico, uma vez que existem outros tipos de massagem utilizadas no ayurveda, que não utilizam óleos, e são portanto bem diferentes da massagem abhyanga.

Além da utilização do abhyanga durante processos terapeuticos específicos e de purificação, a massagem pode ser utilizada para promover relaxamento e vitalidade, nutrindo a pele, tonificando e relaxando os músculos. Sessões regulares de abhyanga ajudam na manutenção do equilíbrio dos doshas e consequentemente na manutenção de corpo e mente saudáveis.

Existem várias técnicas e estilos diferentes de massagem. A Índia é um pais vasto e plural, e uma técnica milenar como o abhyanga não poderia ser diferente. Portanto, é difícil definir qualquer método como “verdadeiro” ou “original”. O fundamental é que o profissional possua os conhecimentos adequados sobre ayurveda, sendo capaz de identificar a constituição do paciente e suas necessidades no momento do tratamento, de modo a fazer as escolhas mais adequadas quanto aos óleos e manobras a serem adotadas.

Terapeuta Corporal: Edina Cordova.
Fone/Whats  (48) 9 9699-5383


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